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  • Foto do escritorLeonardo Capeleto de Andrade

DAE e USP lançam convênio para projeto pioneiro de águas subterrâneas

Originalmente publicado em: Bauru.sp.gov.br



(Foto: Joabe Guaranha/Prefeitura de Bauru)

O Departamento de Água e Esgoto (DAE) e a Universidade de São Paulo lançaram na tarde desta terça-feira (5) o “Projeto SACRE”, Projeto Soluções Integradas de Água para Cidades Resilientes, no auditório do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). O projeto pioneiro faz parte do convênio a ser assinado entre o DAE e USP no próximo mês. O projeto, que terá a duração de cinco anos, foi apresentado pela diretora do Núcleo de Geociências do Instituto de Pesquisas Ambientais, Luciana Martin Rodrigues Ferreira, e pelo professor doutor Ricardo Hirata, pesquisador responsável pelo projeto. Estiveram no lançamento a prefeita Suéllen Rosim; o presidente do DAE, Marcos Saraiva; as Secretárias de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Renda, Gislaine Magrini; e de Cultura, Tatiana Sa; os vereadores José Roberto Martins Segalla e Edson Miguel de Jesus; representante do vereador Pastor Bira; representando a Semma, Gilda Scalfi; representando a Vigilância Ambiental, Cristina Impronta e Cleonice Silva; os professores da Unesp, Anna Peixoto, Gustavo Henrique Ribeiro da Silva e Fabiano Tomazini; o conselheiro do DAE, Adilson Renófio e Adilson Motta do Projeto Abrace um Parque. PROJETO SACRE O Projeto SACRE é o maior projeto de pesquisa em águas subterrâneas do estado de São Paulo e conta com financiamento da FAPESP e apoio das universidades brasileiras (USP, Unicamp, Unesp, Unifesp), canadense (Waterloo) e japonesas (Hiroshima e Okayama), e as instituições de pesquisa do governo do Estado de São Paulo (IPA, IPT, Cetesb, SIMA). A verba pode ultrapassar R$ 8 milhões entre investimentos diretos e bolsas de estudos que viabilizarão o projeto, sem custos para a Prefeitura de Bauru e DAE, além da disponibilidade de toda a infraestrutura laboratorial e de serviços das universidades parceiras. Com o uso de tecnologia inovadora e de baixo custo, os dados técnicos coletados servirão para estudar a disponibilidade hídrica da bacia do Batalha e dos aquíferos Bauru e Guarani. Os profissionais envolvidos oferecerão ao Departamento as melhores alternativas de aumento da oferta da água, arranjos de fontes e de tratamento de águas superficiais e subterrâneas, a partir de uma análise hidrogeológica e socioeconômica.


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